Continuando nosso estudo:
HUMILDADE:
Como posso dialogar, se me fecho à contribuição dos outros, que jamais reconheço e até me sinto ofendido com ela? A auto-suficiência é incompatível com o diálogo.
Os homens que não tem humildade ou a perdem, não podem aproximar-se do povo. Não podem ser seus companheiros de pronúncia do mundo.
HUMILDADE e a FÉ NO OUTRO:
"Se alguém não é capaz de sentir-se e saber-se tão homem quanto os outros, é que lhe falta ainda muito que caminhar, para chegar ao lugar de encontro com eles. Neste lugar de encontro, não há ignorantes absolutos, nem sábios absolutos: há homens que, em comunhão buscam saber mais."
FÉ NO OUTRO:
Fé no seu poder de fazer e de refazer. De criar e recriar. Fé na sua vocação de ser mais.
A fé nos homens é um dado a priori do diálogo.
A CONFIANÇA:
A confiança se instaura com o desenrolar do diálogo ao fundar-se no AMOR, na HUMILDADE, na FÉ nos homens, o diálogo se faz uma relação horizontal em que a CONFIANÇA de um polo no outro é consequência óbvia.
- A organicidade de uma rede está assentada na confiança entre todos que supõe a humildade, o amor e a fé na capacidade de cada outro em colaborar com a nossa educação com nossa libertação pessoal e coletiva, com a humanização de todos e de cada pessoa em particular.
Até a próxima, estaremos colocando sobre cidadânia.
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